Refletir sobre a identidade do professor, exige-nos visualizar retrospectivamente as práticas já realizadas, o reconhecimento da função desempenhada identificando, os procedimentos executados a fim de caracterizar como acontece o processo do ensinar e aprender. É na reflexão da pratica que se encontram elementos para conceituar a identidade do professor.
Muitas transformações no entendimento do que caracteriza o exercício da profissão ocorre com a execução do trabalho pedagógico a interação com os outros professores, educandos, pais e comunidade. Conhecimento qualificado e elementos de reconhecimento da realidade que escola encontra-se inserida e do que foi estudado na formação inicial constituem professor-pesquisador o qual deverá: ter domínio de o conteúdo a ser pesquisado, conhecer a realidade de atuação para planejar ações de construção de relações do real com possível a ser transformado, possuir princípios do que é educação, e fundamentos para nortear o desenvolvimento da pratica escolar gerenciando sua formação pessoal.
Outra característica da identidade do professor é o estudo coletivo, a reflexão das práticas desenvolvidas, o delineamento de procedimentos a serem realizados para planejar novas e significativas ações pedagógicas. Os grupos de estudos sistemáticos dos professores, na escola, pautam a formação continuada a partir da prática pedagógica para refletir as suas indignações para com a teoria sendo uma lente com fim de aperfeiçoar, qualificar e compreender. Com isso reconstruindo conhecimentos a fim de melhorar as propostas e ações pedagógicas de envolvimento do educando no processo de aprender como sujeito capaz, com competências e habilidades dinamizado no respeito a sua cultura e inclusão social mediante o domínio pleno dos instrumentos de leitura e escrita para construção e reconstrução do seu conhecimento.
O trabalho de formação continuada perpassa pela compreensão, primeiramente, somos seres aprendentes num processo de aprendizagem que acontece em todos os espaços de interação humana. Desta forma reconhecer a diversidade de informações disponíveis globalmente requer a transformação destas em conhecimento sustentabilizando na aprendizagem. Para tal, o trabalho de educador qualifica-se, estrutura-se quando na organização de escola cria-se um espaço e tempo onde os mesmo possam estudar com seus pares.
Então a identidade do professor estrutura-se pela formação inicial e continuada da escola consolidando o profissional docente com possibilidade de transformar conhecimentos, trabalhar de modo coletivo refletindo sua pratica, atuando elaboração e reelaboração de proposta curricular constituída pelo domínio dos instrumentos de seu trabalho, aperfeiçoamento nas novas tecnologias de comunicação e informação, interação com comunidade e familiares gradativamente modificando e estando aberto as mudanças. Neste desempenho ainda, caracteriza como identidade o professor o ser pensador que busca compreender a antropologia da educação, conheça a realidade dos alunos, gerencie sua formação pessoal, interaja com as diversas manifestações culturais conjuntamente desempenhando como cidadão, exercitando na participação suas cidadania em vista de praticar na escola a democratização do saber, conhecimento, cultura para o desempenho de competências e habilidades ressignificadas e qualificas pela integração e interação de todos os sujeitos envolvidos direta e indiretamente no processo escolar.
domingo, 22 de março de 2009
IDENTIDADE DO PROFESSOR
terça-feira, 28 de outubro de 2008
sábado, 25 de outubro de 2008
ESCOLA
Paulo Freire
“Escola é....
o lugar onde se faz amigos.
não se trata só de prédios, salas, quadros,
programas, horários, conceitos....
Escola é, sobretudo, gente,
gente que trabalha, que estuda,
que se alegra, se conhece, se estima.
O diretor é gente,
O coordenador é gente, o professor é gente,
o aluno é gente,
cada funcionário é gente.
E a Escola será cada vez melhor
na medida em que cada um
se comporte como colega, amigo, irmão.
`Nada de ilha de gente por todos os lados.`
Nada de conviver com pessoas e depois descobrir
que não tem amizade com ninguém
nada de ser como o tijolo que forma a parede,
indiferente, frio, só.
Importante na escola não é só estufar,
não é só trabalhar,
é também criar laços de amizade,
é criar ambiente de camaradagem,
é conviver, é se ´amarrar nela´!
Ora, é lógico...
numa escola assim vai ser fácil
estudar, trabalhar, crescer,
fazer amigos educar-se,
SER FELIZ.”
sábado, 4 de outubro de 2008
DIVIRTA-SE
http://www.youtube.com/watch?v=_7GYhGodVG0
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
VISITA À CANDELÁRIA
ROTA CAMINHO DOS TROPEIROS
Realizamos visita à Candelária, realizada dia 1° de agosto de 2008, com o Segundo Grupo do Estudo do Projeto: Educação Ambiental em Área de Turismo Rural no Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul.
Considerando os estudos feitos, os conhecimentos foram significados e ressignificados quanto Educação Ambiental no enfoque de Turismo Rural. O Turismo Rural proporciona um reencontro com o passado, nossas origens, os esforços investido pelos corajoso imigrantes a uma nova terra de muita possibilidades de ser trabalhado seus conhecimentos para a produção de seus bens, alimentação e adaptação ao solo, água, árvores, animais, pessoas aqui existentes.
Quanto ao que vislumbrava com a visita serviu de possibilidade de compreender, reconhecer o processo de constituição e da organização do Turismo Rural, evidenciando que o projeto tornou-se realidade pois um grupo, que assemelha os imigrantes, mas com novos conhecimentos instrumentalizou-se, uniram as potencialidades, construíram parcerias, consolidando procedimentos em sicronia e armonicamente estão dando os passos para execução do projeto estabelecido.
Cabe ressaltar tanto na visita à Candelária e, também, a visitação da Rota da Produção de Augusto Pestana, identifica-se uma instituição que articula a gestão do projeto com vista de valorizar as potencialidade locais, reconhecimento histórico e consolidar uma identidade única e personalizada da propriedade, melhorar a qualidade de vida dos proprietários rurais e dinamizar uma nova renda a propriedade, oportunizar um novo espaço e individualizado aos visitantes.
O aproveitamento foi substancial por ser um guia turístico e preparado tendo conhecimento para dinamizar, acolher envolvendo todos ao objetivo de estar conhecendo a Rota Caminho dos Tropeiros.
Segundo acolhida nos locais de visitação demostrava a preocupação com a primeira impressão, cada uma com suas particularidade, modo de recepção muito humana, lugares limpos, embelezamento do ambiente ressaltando seus antepassados, história de vida de cada um que ali já existiram, predominância da etnia alemã.
